domingo, 27 de fevereiro de 2011

Marcas de batom no espelho...


Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho
enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde
seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom…

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou
pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram…

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e
pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador
imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores…
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

Por quê?

• Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
• Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
• Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
• Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

Extraído do Blog da Lili

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Bodas...

Embora ocorram variações nos materiais associados, a lista abaixo é a que encontramos mais freqüentemente:

01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco (nos países ocidentais, Aluminio!)
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala
25º - Bodas de Prata
26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva
30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira
35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore
40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato
45º - Bodas de Rubi
46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio
50º - Bodas de Ouro
51º - Bodas de Bronze
52º - Bodas de Argila
53º - Bodas de Antimônio
54º - Bodas de Níquel
55º - Bodas de Ametista
56º - Bodas de Malaquita
57º - Bodas de Lápis-lazúli
58º - Bodas de Vidro
59º - Bodas de Cereja
60º - Bodas de Diamante
61º - Bodas de Cobre
62º - Bodas de Telurita
63º - Bodas de Sândalo
64º - Bodas de Fabulita
65º - Bodas de Platina
66º - Bodas de Ébano
67º - Bodas de Neve
68º - Bodas de Chumbo
69º - Bodas de Mercúrio
70º - Bodas de Vinho
71º - Bodas de Zinco
72º - Bodas de Aveia
73º - Bodas de Manjerona
74º - Bodas de Macieira
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76º - Bodas de Cipestre
77º - Bodas de Alfazema
78º - Bodas de Benjoim
79º - Bodas de Café
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81º - Bodas de Cacau
82º - Bodas de Cravo
83º - Bodas de Begônia
84º - Bodas de Crisântemo
85º - Bodas de Girassol
86º - Bodas de Hortênsia
87º - Bodas de Nogueira
88º - Bodas de Pêra
89º - Bodas de Figueira
90º - Bodas de Álamo
91º - Bodas de Pinheiro
92º - Bodas de Salgueiro
93º - Bodas de Imbuia
94º - Bodas de Palmeira
95º - Bodas de Sândalo
96º - Bodas de Oliveira
97º - Bodas de Abeto
98º - Bodas de Pinheiro
99º - Bodas de Salgueiro
100º - Bodas de Jequitibá

O próximo ??? Ora, use a imaginação !!!

Vale a pena comemorar! Não achas? Então faça acontecer, faça valer a pena!


PS: Aproveite e encomende um BOLO feito por mim ...(Mershand gratuito...)rsrsrs...


Fonte: Wikipédia

Beijo!!!!!!!!!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Porque Desistir???...



Se temos um Deus que é forte e poderoso!!!
Nossa força vem do Senhor, que criou os céus e a terra!!!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Alegria!!!

Sim, tu o fazes para sempre abençoado; tu o enches de alegria na tua presença.

Salmos 21:6 (Bíblia)


Nossa alegria consiste em estar na presença de Deus, seguindo os seus decretos, O adorando, sendo obediente, fiel à Ele, tendo uma vida reta e santa, fazendo a diferença nesse mundo!!

Cuidado com os cães (pastores), que vivem a pregar prosperidade, alegando que maior alegria tem, aquele que tem os bens materiais, o status...esses estão juntando tesouros na terra, onde tudo será consumido, o salvo em Cristo, reconhece que maior alegria há, naqueles que juntam tesouros no céu!!

Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria; à tua mão direita há delícias perpetuamente.

Salmos 16:11 (Bíblia)


Buscai a Deus primeiramente, o restante, Ele nos acrescentará!!!!

Somente Nele há alegria!!!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Tocou o telefone...

...e lá foi meu filho de 4 anos atender:
"Alô, quem é?...Alô, quem é?"
EU perguntei:
"Filho que é?"
Ah mãe, era um japonês, mas ele desligou!!!!




Filhos...a melhor parte da gente!!!!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Férias...

Férias com criança em casa, temos logo que inventar algo pra agilizar a galerinha...
Hoje, eu e meus filhos decoramos alguns cupcakes...

Fiz essa receita, que tirei do Blog Fofurices:

Cupcake facinho de baunilha

Rendimento 16 cupcakes forminha 0

Ingredientes
- 2 colheres de sopa de óleo de girassol, canola ou milho
- 2 colheres de sopa de manteiga sem sal
- 3 ovos
- 1 xícara de leite ou água fria (o da foto foi água para testar)
- 1 e 1/2 xícara de açúcar
- 2 colheres de sopa de extrato de baunilha
- 2 e 1/2 xícara de farinha de trigo
- 1 colher de sobremesa de fermento
- 1 xícara de chocolate em gotas (opcional)

Veja o modo de preparo aqui!

Depois de prontos, usei doce de leite com ameixa, para recheá-los GENEROSAMENTE!

E aí, coloquei a prole pra enfeitar...

Veja o resultado:





Aproveite e visite meu Blog Comercial: Karin Ramos Cake Designer

Sua festa vai arrasar com cupcakes, no sabor e decoração que você escolher!!

Beijo!!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo!!!...

Querido amigo, desejo à você um um 2011 transbordante da presença de Jesus, que verdadeiramente, você frutifique como uma pessoa salva em Cristo Jesus, que você seja sal e luz, onde quer que esteja, lembrando sempre, que Deus não se prende a datas e calendários, o tempo é hoje, é agora, o Senhor está com aqueles que o buscam, que o temem, que o amam..
Não espere amanhã, faça hoje, peça o perdão, perdoe, diga que ama, abrace, beije, ore, leia a Palavra, agradeça a Deus tudo o que Ele te deu, agradeça também, a todos os "nãos" que recebeu do Pai, sabendo que tudo coopera para o bem daqueles que o amam...Ou seja: Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje, agora!!

Lembre-se do que disse Jesus: "Eis que estou contigo todos os dias, até a consumação dos séculos"

Um abraço, Deus o abençõe, e que a paz que excede a todo o entendimento esteja sobre ti!!

Karin

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Nascimento do Rei...

O nascimento do Rei chegou. O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lc 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios. O Natal foi planejado na eternidade. Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou as nossas sandálias. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.

O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.

O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.

O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.

O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.

O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.

Fonte: Hernandes Dias Lopes


Você faria o que JESUS fez?

Ele trocou um castelo impecável por uma estrebaria suja. Trocou a adoração dos anjos pela companhia de assassinos. Poderia segurar o universo na palma de suas mãos, mas renunciou a isso para flutuar no ventre de uma virgem.

Se fosse Deus, você dormiria na palha, mamaria no seio de uma mulher e usaria uma fralda? Eu não, mas foi o que Cristo fez.
Se você soubesse que aqueles a quem amou debochariam na sua cara, você ainda se importaria? Cristo se importou.

Ele se humilhou. Deixou de dar ordens a anjos para dormir na palha. De segurar as estrelas para agarrar o dedo de Maria. A palma da mão que sustentava o universos recebeu o cravo de um soldado.

Por quê? Porque é isso que o amor faz. O amor põe o ser amado acima de si mesmo.
O amor aguenta a parada até o fim... e Cristo deixou a eternidade sem fim para se limitar ao tempo, para se tornar um de nós. Ele não precisava. Poderia ter desistido. A qualquer momento ao longo do caminho, Ele poderia ter dado o assunto como encerrado.

Quando viu o tamanho do ventre, Ele poderia ter desistido.
Quando viu como sua mão poderia ser pequena, como sua voz poderia ser fraca, como sua barriga poderia ter fome, Ele poderia ter desistido. Ao sentir o cheiro fétido da estrebaria pela primeira vez, na primeira brisa de ar frio. Na primeira vez em que arranhou o joelho ou assou o nariz gripado, ele poderia ter virado as costas e ido embora.
Quando ele viu o chão sujo de sua casa em Nazaré. Quando José lhe deu uma tarefa para fazer. Quando seus colegas de escola cochilavam durante a leitura da Torá, a sua Torá. A qualquer momento, Jesus poderia ter dito: "Pronto! Chega! Estou indo para casa." Mas Ele não o fez.

Ele não o fez, porque Ele é amor. Um amor que vale a pena! E nos amou de tal maneira que se deu para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Texto de Max Luccado

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz". Isaias 9 :6

domingo, 12 de dezembro de 2010

Fim de ano...

Oi Pessoal!!
Estou sumida, mas na verdade é falta de tempo!!
Fim de ano costuma ser corrido, e eu ando correndo muito (casa, filhos, curso, igreja, trabalhos...{GRAÇAS A DEUS!!!}) e não me faltam Palavras para colocar aqui, mas até digitar...
Mas logo logo, passando as festas, eu volto com tudo!!!
Um beijo à todos que me seguem, que passam por aqui, que Deus possa abençoar, cada um de vcs!!!
Até!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Suco de Limão com Couve...

Esse suco é muito gostoso!!!
E fácil de fazer!!

2 limões, divide em quatro partes, e coloque no liquidificador com casca e tudo, acrescente 1 litro de água e bata, mais não muito, porque como está com a casca, fica muito azedo. Costumo dizer que é só dar um "susto" no limão.
Passe pela peneira, lave o liquidificador, e coloque 2 ou 3 folhas de couve, bata bem, passe na peneira novamente, acrescente umas pedras de gelo e adoce como quiser!!



Até a próxima!!!

Salada de Grão de Bico...

Olá pessoal!!!
Tem mais ou menos um ano que eu e meu marido estamos numa "dieta" mais saudável.. Não que isso fizesse com que perdessemos todos os quilonhos a mais que desejamos, mas estou falando em qualidade de vida.
Acrecentamos arroz integral, alguns cereais, e mais verduras e legumes às nossas refeições, ainda não conseguimos abrir mão totalmente de todas as delícias que gostamos, mas criamos algumas regrinhas para nós, como trocar o refrigerante ( que tomávamos 4 litros/dia) por um suco.

Hoje vou postar uma deliciosa salada de Grão de Bico:

500g de Grão de Bico
1 Pimentão Amarelo grande
1 maço de coentro
Alho à vontade (eu exagero, pois adoro!!)
1 cebola grande
Azeite
Sal



Ficou uma delícia!!
Além de muito nutritiva!!!

Conheça os benefícios dos ingredientes clicando neles!!

Beijo!

sábado, 27 de novembro de 2010

Cante somente as Escrituras!!

Há algum tempo atrás, postei aqui algo sobre os cantores gospel, falando da idolatria exagerada e sobre os altos cachês cobrados pelos cantores...
Mas recebi algo por e-mail, e louvo a Deus por que escreveu, (não sei quem foi!), mas tem a ver com o que eu penso sobre o louvor à Deus.

Não vou colocar tudo, porque o texto é grande, mas aí vão algumas partes:

1. Afirmamos que a música cristã deve ser centrada nas Escrituras;

A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.

Colossenses 3:16 (Bíblia)

O texto diz que devemos ensinar uns aos outros através de salmos, hinos e cânticos. Logo, vemos que a música, além de louvar a Deus, serve para edificar aqueles que ouvem a letra. E quando isso acontece? Quando a palavra de Cristo habita em nós de um modo abundante.
Se uma teologia bíblica for abundante em nosso meio, a música será um instrumento de edificação; se não, será uma difusora de heresias.
Querem saber por que a música, hoje, é tão pouco bíblica?
É exatamente porque a Palavra de Deus não é abundante na mente dos cristãos.
Quer saber por que os momentos de louvor são tão mortos ou cheios de falso fogo? Porque não cantamos as Escrituras:

Profiram louvor os meus lábios, pois me ensinas os teus estatutos.

Salmos 119:171 (Bíblia)

Se ensinarmos os decretos do Senhor através das canções, os lábios dos cristãos transbordarão de louvor genuíno.

eu te louvo pelas tuas justas ordenanças.

Salmos 119:164 (Bíblia)

Precisamos perceber que os cânticos, salmos e hinos possuem um papel didático, como ocorria com os Salmos no povo de Israel. Comentaristas explicam que eles cantavam constantemente a Palavra sobre Deus, pois temiam que lhes sobreviesse o que Deus disse: “Se vocês se esquecerem de mim, os ferirei” (cf. Dt 6:12-16). É por isso, talvez, que Paulo nos alerta que nos mantenhamos cheios do Espírito

falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,

Efésios 5:19 (Bíblia.
Logo, esse é nosso apelo aos músicos da Igreja de Deus: Cantem a Bíblia! Que vocês possam dizer como o Salmista: “Os teus preceitos são o tema da minha canção...” (119:54) e “A minha línguas cantará a tua palavra...” (119:172).

2. Afirmamos que a música cristã deve ser baseada nos Atributos de Deus;
Medite nas palavras de I Crônicas 16:29, onde diz: “[...] Adorai ao SENHOR na beleza da sua santidade.” Perceba que esse texto nos manda adorar a Deus por conta de um dos Seus atributos: A Santidade. Veja, não é uma adoração vaga. Não é uma adoração vazia. Não é uma adoração baseada unicamente em emoções. É uma adoração baseada no que eu conheço de Deus. É exatamente isso que deve acontecer. Deus deve ser adorado não por conta de uma voz que nos leva a cantar ou por notas dissonantes que nos comovem, mas por causa dos atributos do nosso Criador e da Sua magnífica obra.
Se estudarmos a palavra “louvor”, nos surpreenderemos ao perceber que ela é um sinônimo da palavra “elogio”. Você não elogia ou louva uma pessoa porque está sentindo algum tipo de êxtase místico, mas por causa dos elogiáveis atributos dela. Percebemos isso se meditarmos no livro de Salmos. Veja quão ricos são tais louvores. Se você analisar com atenção, os atributos de Deus são vívidos naqueles hinos. Além disto, as ordenanças para adorar ao Senhor neste livro se baseiam constantemente em suas obras e atributos.
“Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.” (136:1); “Adorai o SENHOR na beleza da santidade.” (29:2) “Louvai ao SENHOR, porque o SENHOR é bom...” (135:3); “Louvarei o teu nome pela tua benignidade, e pela tua verdade; pois engrandeceste a tua palavra acima de todo o teu nome. [...] Todos os reis da terra te louvarão [...] E cantarão os caminhos do SENHOR; pois grande é a glória do SENHOR.” (138:2,4,5); “Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.” (139:14).

3. Logo, Afirmamos que a música cristã deve expor Cristo.
Se as Escrituras testificam de Cristo (Jo 5:39) e se Cristo é a revelação do Pai (Jo 1:18); a conclusão lógica disto é que a música cristã, ao seguir as duas primeiras condições, naturalmente irá expor Jesus Cristo. Assim, como Cristo deve ser o centro de todas as ações da Igreja (cf. I Co 10:31; Cl 3:17; Rm 14:23b), para que Jesus seja normalmente exposto nas músicas que o povo de Deus canta, as duas primeiras condições precisam ser seguidas. Se a música não for centrada nas Escrituras nem baseada em quem Deus é, ela não irá expor Cristo de um modo suficiente, sendo, assim, um pecado contra Deus.

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Louvo ao Senhor por estas palavras!
Não consigo mais ouvir rádio, "louvam-se" amigas, papagaios e periquitos nas canções, louvores de auto ajuda, emocionalismo..
Precisamos somente das Escrituras! Sola Scriptura!!
O povo está verdadeiramente perecendo por falta de conhecer a Palavra!!
A Palavra de Deus nos cura, nos liberta, nos sara, dá alegria, nos consola, nos traz a paz!!

Que possamos louvar o Senhor, todos os dias da nossa vida, em todos os lugares aonde estivermos, não somente com canticos ou com palavras, mas principalmente com nossas atitudes!!

Bjks!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

RIO DE JANEIRO RENDIDO À MARGINALIDADE...


Infelizmente, nossa bela cidade está rendida à marginalidade!
Nós, cidadãos de bem, reféns de uma bandidagem sem escrúpulos e limites...
Sabe de quem é a culpa?
Nossa!! É nossa mesmo, dos cristãos, que ficam preocupados com seus próprios umbigos, fazendo campanhas e correntes para se tornarem prósperos nessa terra, esquecendo que nosso tesouro está nos céus...
A Bíblia diz que por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriaria...Sabe quem multilplica a iniquidade? NÓS!!

Os ímpios não sabem o que é iniquidade, pois já estão perdidos em seus pecados e acham tudo isso normal...Mas nós, que sabemos o que é errado, o que entristece ao Senhor, o que é iniquidade...continuamos na prática, graças a pastores comprometidos com seu próprio ventre, e que em vez de ensinar o povo a ter vida com Deus, ficam ensinando os 10 passos da vitória, e o povo, (me desculpe, mas tenho que falar) burro, ignorante, pois estão perecendo, por não conhecerem a Verdade, pois não lêem a Bíblia, ficam só ouvindo as baboseiras que igrejinhas, como Universal (se é que se pode chamar a IURD de igreja), Paz e Vida, Graça, IMPD, AVEC, e outras por aí andam pregando...

ABRE O OLHO POVO QUE SE CHAMA PELO NOME DO SENHOR!!!

e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

2 Crônicas 7:14 (Bíblia)


Não espere NADA dos governantes, eles não podem fazer NADA!!

Se nos unirmos em oração creio que Deus pode mudar nossa história!!!

E vc?

Deixe sua opinião, não se acovarde, eu não sou carioca, mas amo essa cidade!!
Não se cale!!!Não seja omisso!!

Karin

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Não pergunte o porque, simplesmente se alegre e descanse!!

Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado.
todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação.
O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos. (Ao regente de música. Para instrumentos de cordas.)

Habacuque 3:17-19 (Bíblia)



Esses dias o Senhor falou comigo através do livro de Habacuque.
Fui meditando nesses versículos, que já são bem conhecidos, depois voltei para o início do livro, onde vemos o profeta clamando ao Senhor.
Habacuque vivia num tempo, creio eu, não muito diferente do que vivemos hoje, de violência, mas o que o Senhor falou comigo foi o seguinte:

No verso 12 e 13 do cap. 1, vemos Habacuque falando ao Senhor, como se o Senhor, não tivesse atento, vendo o sofrimento dele.
Igualmente a nós, que quando passamos por tribulação, por angústias, por dor, achamos que o Senhor se esqueceu de nós, achamos que Ele não está nos vendo, achamos "injusto"da parte do Senhor, nos punir com algo, com tanta gente fazendo tanta coisa ruim...Ó não somos merecedores...

pode uma mãe esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.

Isaías 49:15 (Bíblia)


porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

Mateus 5:45 (Bíblia)


Todos nós estamos suscetíveis a todas as coisas, mas com uma diferença: Ele nos sustenta!! Aleluia!! Ele, o Senhor, o Próprio Deus, está no controle da nossa vida, e nada, NADA mesmos, escapa de seus olhos:

Os olhos do Senhor estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.

Provérbios 15:3 (Bíblia)


No capítulo 2, vemos Habacuque orando, e a resposta do Senhor vindo à ele.
E Deus falando:

mas o justo pela sua fé viverá.

Habacuque 2:4 (Bíblia)


Nós, povo que se chama pelo Nome do Senhor, não andamos por vista, e sim pela fé, e fé é crer, não no que é palpável, mas naquilo que não se vê!!!

E no capítulo 3, vemos enfim, o profeta se rendendo, descansando e se alegrando no Senhor, ainda que tudo ao seu redor estivesse de ponta cabeça!

Não fique tentando entender o porque das coisas, isso só traz desgaste, cansaço, mas se você escolhe passar a sua luta com os olhos no Senhor, você verá que logo ela terá fim, que quando você menos esperar, já acabou...

Te convido a fazer o mesmo: Se em sua vida, tudo estiver contrário, as notícias, não serem boas, Descanse e se alegre no Senhor, porque Ele tem cuidado e continuará cuidando de você!!

Deus o abençoe ricamente!!!

Karin

Uma Cruz, duas mensagens!!


Recentemente li um artigo que me trouxe uma nova luz sobre a mensagem da cruz. Não que as mensagens da cruz me fossem totalmente desconhecidas, mas, sim, que eu nunca as havia articulado da maneira como o autor as articulou. Enquanto eu lia aquelas palavras, no meu coração havia um misto de alegria e de maravilhamento. Aquelas palavras que me conduziam por um caminho que eu já conhecia (alegria), mas, que ao mesmo tempo, me parecia tão novo (maravilhamento).



Sem dúvida, essa é uma das marcas da vida com Deus. Estamos sempre andando por caminhos que já conhecemos, mas que, ao mesmo tempo, são sempre tão novos. Pense por um instante. Não é assim com a nossa vida de oração? Os caminhos com Deus em oração não são, ao mesmo tempo, conhecidos e maravilhosamente novos? Oramos todos os dias e, todos os dias, somos convidados a vivenciar experiências novas no nosso relacionamento com Deus. É o mesmo Deus, o mesmo período de oração, e, muitas vezes, as mesmas palavras; mas, ao mesmo tempo, é um momento único – nunca vivenciado, em que a doçura de Deus nos parece tão nova e fresca!



E o que nós podemos dizer da nossa leitura da Bíblia? Lemos os mesmos textos tantas vezes, e maravilhosamente, eles sempre parecem tão novos, tão cheios de vida e tão repletos de respostas para nós! “Essa era justamente a palavra que eu precisava ouvir hoje,” falamos com nós mesmos. E às vezes até nos perguntamos: “Como é que eu nunca havia percebido isso antes?” Não é que as palavras sejam novas, mas sim que o Espírito Santo as torna novas para nós. Ele opera em nossas mentes e corações, abrindo-nos os olhos, falando conosco, e trazendo nova luz e entendimento àqueles conhecidos versículos da Bíblia.



Foi isso o que aconteceu comigo ao ler esse artigo sobre a cruz. Pouco a pouco, a mensagem da cruz foi se descortinando diante dos meus olhos e eu percebi que a cruz não é somente um símbolo que fala sobre o perdão dos nossos pecados, mas é também uma prescrição sobre a única maneira como podemos viver a vida que Deus nos prometeu. A cruz sempre anuncia duas coisas: primeiro, que os nossos pecados já foram perdoados; e, segundo, que a nossa vida nessa terra vai ser marcada por renúncias. A cruz não apenas nos dá a vida, mas ela também nos tira a vida. Ela não apenas promove a reconciliação entre o homem e Deus, mas ela também anuncia a separação entre os diversos tipos de pessoas, entre aqueles que querem viver para o Reino de Deus e aqueles que querem viver de acordo com o espírito do mundo.



Jesus, ao falar sobre a sua morte na cruz, e, portanto, ao falar sobre o plano de Deus para a redenção do homem, falou também, no mesmo contexto, sobre a morte do homem. No mesmo contexto em que ele disse que a sua morte na cruz era necessária – para trazer a vida aos homens, ele também disse que a cruz é necessária na jornada da vida desses mesmos homens que recebem vida. Imediatamente depois que ele falou que ele precisava ir a Jerusalém para ser morto e ressuscitar ao terceiro dia, ele disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á” (Mateus 16.24-25).



Da perspectiva de Jesus, a cruz é o símbolo tanto da sua morte redentiva em favor do homem, quanto da vida de renúncias desse mesmo homem por causa da mensagem de Cristo. O autor do artigo que eu li recentemente, Jonathan J. Bonk, disse que, “Muitos, achando-se a si mesmos discípulos de Cristo por terem aceitado – superficialmente – o que Jesus lhes oferece através da cruz, são, na verdade, uma fraude. Encontrando esse tipo de “crentes” na cidade de Filipos, Paulo, chorando, reconheceu que muitos “são inimigos da cruz de Cristo ... [porque] só se preocupam com as coisas terrenas” [Filipenses 3.18-19.] A comunhão da cruz era estranha para aqueles membros da igreja. Eles não haviam se conformado com Jesus na sua morte. “O destino deles é a perdição,” concluiu Paulo com os olhos cheios de lágrimas,” afirma Bonk em seu artigo.



De repente, como que ouvindo, mais uma vez, uma velha novidade, reconheci que a mensagem da cruz não é apenas uma, mas duas! A cruz não apenas nos diz que recebemos a vida através de Cristo, mas também que perdemos a nossa vida por causa de Cristo. Nós não somente entramos no Reino dos Céus, mas também saímos do império dos trevas. Nós não somente formos tornados amigos de Deus, mas também nos tornamos inimigos do mundo sem Deus. Por essa razão, não há como aceitarmos a mensagem da cruz e vivermos os valores contrários à mensagem da cruz; abraçarmos a cruz e ao mesmo tempo abraçarmos o mundo; ganharmos a vida no céu e segurarmos a nossa vida na terra; dizermos SIM para a vida com Jesus e ao mesmo tempo SIM para a vida dessa terra. Não há como vivermos o “melhor dos dois mundos.” Esses dois mundos são opostos, antagônicos, e contrários. A cruz é uma só, mas a sua mensagem são duas!



Então eu entendi porque, no passado, quando os missionários eram enviados para o campo, no ato do envio, eles recebiam uma cruz. O propósito disso era tão somente o de fazê-los lembrarem-se, e jamais se esquecerem de que eles deveriam viver sob a dupla mensagem da cruz, dessa cruz, que é sinal tanto de vida, quanto de morte; tanto de ganho, quanto de perda; tanto de conquistas, quanto de renúncias; tanto de fragilidade, quanto de poder; tanto de fraqueza, quanto de força; tanto da morte do homem, quanto da vida por meio de Cristo; tanto da perda desse mundo, quanto da esperança dos céus.



Nesse momento, não há como não me lembrar da maravilhosa novidade daquele antigo hino:



Rude cruz se erigiu

Dela o dia fugiu

Como emblema de vergonha e dor

Mas contemplo essa cruz

Porque nela Jesus

Deu a vida por mim pecador



Sim, eu amo a mensagem da cruz

‘Té morrer eu a vou proclamar

Levarei eu também minha cruz

´Té por uma coroa trocar




Gustavo Bessa

domingo, 14 de novembro de 2010

Somos embaixadores de Cristo!


“De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio” II Coríntios 5.20



No artigo anterior O Cristão Como Embaixador de Cristo escrevi sobre o cristão como embaixador de Cristo. Sempre que se faz uma exposição positiva de uma função, logo aparece o contraponto. Como vimos o embaixador tem grande responsabilidade, é bem preparado e desenvolve com seriedade e profundo compromisso sua missão. Busquei traçar em poucas linhas um perfil básico de um embaixador. Agora, neste artigo, farei uma análise dos equívocos desta função, quando exercida de maneira irregular.

Um embaixador cristão não é um representante de si mesmo

Um verdadeiro bombardeio de filosofias, e conceitos seculares, invade nossas casas todos os dias. A televisão, e suas novelas melosas, os programas de auto-ajuda, as famílias sendo expostas em seus conflitos mais íntimos, o sucesso de um e o fracasso do outro, tudo isso entra em nossa casa pela tela da televisão.

Se olharmos para o outro lado,observaremos a música, com uma letra que raras vezes se deixa embriagar pela boa poesia, mas que, na maioria das vezes se contamina pela insensatez egocêntrica. Milhares de livros de auto-ajuda decoram as prateleiras das livrarias, e seus autores rodam o mundo divulgando suas fórmulas repetitivas.

O homem moderno descobre uma ausência de significado que aumenta a medida que se distancia mais e mais da proposta de Deus para ele.Este homem é o primeiro a buscar significado e realização em si mesmo. Romeiro comenta:

O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas abriu largas avenidas para a pregação do Evangelho por meio da mídia, principalmente pelo rádio e pela televisão, dando assim acentuada visibilidade a um fenômeno muito antigo e nada recomendável: O culto à personalidade(ROMEIRO, 1995, p.51).

Este homem, adorador por natureza, substitui o objeto de sua adoração, trocando o criador pela criatura(Rm 1.18-32). Quando falamos daqueles que deveriam ser os representantes de Cristo, percebemos que mesmo eles engrossam as fileiras do culto a personalidade. Na liderança evangélica este pecado é possível e se torna mais evidente e triste, pois abusa de uma qualidade que lhes é inerente, na maioria das vezes, o carisma. Este fator é muito parecido com o fermento dos fariseus, que eram movidos pelo desejo de alcançar o prestígio espiritual (MACARTHUR,1997).

Este carisma a serviço do culto à personalidade é a grande armadilha em que muitos cristãos têm caído. No afã de alcançar o sucesso, de se firmar profissionalmente e de se auto-afirmar como pessoa, muitos têm se tornado embaixadores de si mesmos, e não de Cristo. Não é difícil encontrar cristãos recheados desta confusão de atributos; eles estão sempre procurando uma nova fórmula de bem-aventurança para ensinar, mas que não encontra em sua raiz a Palavra de Cristo e não caminha para a glória de Deus.

Um embaixador cristão não é alguém que escolheu ser embaixador

O apóstolo Paulo tinha uma consciência muito grande do chamado de Deus. Em várias cartas ele escreve sobre a vontade de Deus sobre seu apostolado. Cada cristão foi chamado para viver como um proclamador da mensagem de Cristo, não como apóstolo, mas como um missionário que leva a palavra de salvação, a pregação do reino de Deus.

Deus é soberano. Como ser eterno, seus propósitos, projetos e planos não estão à mercê de uma vontade humana. Como diz Paulo, Deus é o oleiro e tem o direito de fazer com o barro (o homem) o que bem lhe aprouver, independente do querer humano, da permissão ou vontade desta criatura (Rm 9). Se existe uma mensagem que precisa ser resgatada com muita urgência, é a mensagem da soberania de Deus. O pecado nos conduz a uma degeneração de valores e visão acerca de nós mesmos, do próximo e de Deus.Lloyd-Jones explica:

A história da Igreja, no per passar dos séculos, mostra com muita clareza que não há nada de estático na vida da Igreja. Há sempre um processo de mudança e de desenvolvimento, e infelizmente, como se dá com a natureza, o processo de degeneração. Este é, naturalmente, um dos maiores resultados do pecado e da Queda. O pecado introduziu um elemento de degeneração na vida do homem, e como resultado disso, na vida da criação; assim é que, mesmo na Igreja, essa tendência estaria presente. Já no Novo Testamento vemos heresia, falso ensino surgindo, sutis mudanças ocorrendo com relação ao que é realmente a verdade cristã. O apóstolo Paulo, em seu grande discurso aos presbíteros da igreja de Éfeso, registrado em Atos, capítulo 20, adverte-os de como se levantariam dentre eles próprios, homens que ensinariam falsas doutrinas. Lobos, por assim dizer, entrariam e feririam o rebanho de Deus. E, daí em diante, isso sempre teve continuidade na história da Igreja (LLOYD-JONES, 1993, p. 03-04).

Esta degeneração não pode conduzir o conceito de embaixador de Cristo a uma proposta abstrata. O embaixador de Cristo é um cristão chamado por Deus, para testemunhar dia-a-dia a presença transformadora de Jesus e a esperança do reino.

Um embaixador cristão não é alguém totalmente livre

Atualmente, o conceito de liberdade está estritamente ligado ao da irrelevância de Deus. Em nossa sociedade pós-moderna, qualquer tentativa de se descobrir o caráter de Deus, revelado na Escritura, é visto como um acinte à liberdade humana. Ocristianismo neste tempo de pós-modernidade é altamente relativo. Veith chama este momento de “o novo tribalismo”. Ele comenta:

Somos avisados de que vivemos numa sociedade pluralista, que trabalhamos numa economia global e que precisamos desenvolver uma percepção multicultural. Um efeito dessa percepção multicultural é a intensificação do relativismo. Se as diferentes culturas têm diferentes modos de pensar e de viver, quem dirá qual é o certo? Parece o cúmulo da arrogância dar a entender que nossa mentalidade ocidental é a unica certa e que todas as outras culturas estão erradas. Numa era pluralista, não existe aquele ponto de vista único com direito ao monopólio da verdade. Pensar diferente disso sujeita a pessoa a ser rotulada de etnocêntrica, de cega à diversidade do mundo, seja por ignorância ou intolerância. Como hoje é mais difícil desconsiderar a presença de outras culturas, para muitos o relativismo cultural torna-se inevitável (VEITH JR. 1999, p.137).

Este conflito entre a liberdade desejada e a liberdade concedida por Deus ao ser humano redunda em grandes perdas dentro da comunidade cristã. Não são poucos que abandonam a jornada evangélica por repudiarem a necessidade de submissão a Deus. Não são poucos os líderes que deixam de pregar sobre a necessidade do crente se submeter à vontade de Deus –pelo contrário, boa parte da mensagem divulgada hoje pela mídia sequer faz menção ao serviço e labor do cristão.

Com demasiada ênfase, o cristão é convencido e ensinado que ele possui a total liberdade. Subentende-se por liberdade fazer o que quiser, quando quiser e do jeito que quiser. Ora, se o cristão é o embaixador do rei, como poderia ele ter tamanha liberdade? Impossível!Com certa timidez o cristianismo, com medo de ser rotulado de radical, tem se calado. Veith confirma esta afirmação:

O cristianismo foi excomungado da cultura geral – sistematicamente excluído das escolas, do sistema intelectual e da mídia. O estabelecimento de escolas, editoras, grupos de artes, radiodifusoras, empresas, etc. poderá ser uma das grandes realizações da igreja do século XX. À medida que as pressões pós-modernistas se intensificam, ter instituições contrárias ao sistema vigente já estabelecidas poderá provar ser de valor incalculável para que os cristãos possa apresentar uma resistência eficaz (VEITH JR. 1999, p.204).

Portanto um embaixador não é alguém totalmente livre, pois a simples liberdade total já o desqualificaria como representante do reino de Cristo, pois se ele é representante de algo ou alguém deve se limitar a apresentar as propostas daquele que representa.

Esta contradição entre o discurso e a prática abala a credibilidade da igreja frente à população, que é o seu campo missionário. E boa parte da informação que as pessoas de fora da igreja têm é verdadeira e saiu da própria igreja.

Um embaixador cristão não é um ícone do sobrenatural

Nesta feira de vaidades que se tornou a liderança evangélica, a procura de um elemento sobrenatural que ratifique a posição de líder diante do povo é corriqueira. Mas o embaixador cristão não pode ser confundido como um ser com poderes sobrenaturais ou fantásticos. Milhares de pessoas não se vêem como representantes do reino de Cristo aqui na terra, mas apenas como passantes, itinerantes neste mundo pervertido e corrupto.

Para que a mensagem de Jesus alcance as pessoas com maior velocidade e impacto, muitos pregadores e crentes sem função específica na igreja iniciam uma busca frenética pelo sobrenatural, com características acentuadamente sensacionalistas.

O sobrenatural é também uma oportunidade para que pessoas carentes de aceitação experimentem certa popularidade quando, em nome do Espírito, iniciam práticas carismáticas e assim conseguem visibilidade.

O Dr. Martin Lloyd-Jones faz uma análise sobre a motivação de pessoas que desejam viver a vida cristã dentro desta proposta carismática. Ele conclui:

A natureza de um indivíduo, as suas ambições ou sua preferência por certos ofícios ou trabalhos específicos podem criar nele o desejo de tornar-se pregador; e tal homem persuade a si mesmo de que isso é a orientação do Espírito de Deus. Já vi isso acontecer por muitas vezes; e uma das tarefas mais dolorosas, com que se confronta um ministro, consiste em desencorajar a um homem que se avizinha dele com essa atitude (LLOYD-JONES, 1986, p. 78).

O embaixador não é uma pessoa que aparece. O bom embaixador é aquele que lança luz sobre o rosto de Jesus. Este embaixador não pode deixar aquela determinação de fazer Cristo conhecido, e fica bem evidente que boa parte dos milagres sobrenaturais que ocorrem até hoje são iscas poderosas para manipulação da fé.

Um embaixador cristão não é um burocrata da religião

O outro extremo da liderança que supervaloriza o sobrenatural é o formalismo frio que dogmatiza a adoração, limitando-a a um conjunto de regras que impede a liberdade e a espontaneidade da adoração.

A religião como instrumento de poder tem penetração em todas as áreas da sociedade, através de seus membros mais nobres. Pessoas de posição podem articular projetos de conquista em nome da fé. Esta manipulação tem se mostrado muito eficaz ao longo da história da igreja.

Assim o embaixador pode pecar por ser um burocrata da forma ou um burocrata da política. Em nenhum dos dois aspectos Cristo é bem representado, quando valores do evangelho do reino são negociados em prol de projetos pessoais e preferências litúrgicas que se tornam dogmas, onde o diferente é excluído pela canonização de certo modo da adoração.

Que nosso Deus nos conduza à moderação nesta grande obra que Ele nos chamou. A Deus toda glória!

Líderes não são maiores do que a graça!

Por Geremias do Couto

Ah, se todos nós, que somos considerados líderes, tirássemos as nossas máscaras e vivêssemos o discipulado em sua forma simples e bíblica. Ah, se abríssemos mão de certos caprichos, vaidades, presunção, arrogância, orgulho, farisaísmo, ostentação e viéssemos para a planície. Quanto ganhariamos! E a igreja também! Não generalizo, mas uso a linguagem da inclusão ao pensar que muitos de nós estamos de fato incorrendo nessa gravíssima falha. Sei que o desenvolvimento pessoal é parte do nosso crescimento. Mas considerar tudo o que conquistamos como esterco (tem lá o seu valor) é um dos princípios da vida cristã.


O que está em cena, aqui, não são as nossas conquistas em si mesmas, mas o pedestal, a glória humana, a fantasia, a hipocrisia, o aplauso e a consequente perda de referenciais. Achar que somos tudo, quando, na verdade, nada somos. Ou passar uma falsa humildade, que, no fundo, pretende que as pessoas olhem para nós e digam: "vocês são mesmo os tais!" Esse é o cerne. Quantas vezes pregamos e, ao final, nos sentimos frustrados, quando as pessoas não nos procuram para "elogiar" a nossa pregação! Quantas vezes chegamos de propósito atrasados ao culto para que a assistência nos olhe com admiração e, se não pode falar alto, pelo menos pense ou cochiche: "Está chegando o pregador!" Esse é o ponto.


Infelizmente, trazemos para a nossa realidade da fé um pouco (ou muito?) da herança católica que faz o povo olhar para os seus líderes como infalíveis. Estes, por sua vez, vestimos a farda com muita facilidade. A partir disso, passamos a ser os reis da cocada preta (sem racismo, por favor. Pode ser branca também!). Até na forma de andar, gesticular ou fazer alguns trejeitos, expomos a aura da infalibilidade que tanto massageia o nosso ego. Não conseguimos ser simples, e, se tentamos aparentar simplicidade, fazemos de maneira tão afetada que logo transparece a prepotência. Como neste conhecido bordão: "Fulano é tão humilde que tem orgulho da sua humildade".


Só que a casa cai. Não há arrogância que dure para sempre. De tempos em tempos, para a nossa tristeza (e também aprendizado), surge uma nova notícia, dando conta do fracasso de um líder, que muitos o tinham como o grande referencial e o tratavam, não com o respeito que todos merecem, mas com idolatrada veneração. Podemos chegar a este ponto, quando perdemos os nossos limites. Quando achamos que não temos de prestar contas a ninguém. Quando nos colocamos no pedestal acima dos "simples mortais". Quando não nos reconhecemos como o principal dos pecadores, à semelhança de Paulo. Quando deixamos de olhar as "nossas justiças como trapos da imundícia". Quando achamos que somos maiores do que a graça de Deus. Quando o pecado torna-se apenas um detalhe que não nos importa em nosso dia a dia. Quando, por confiar em nossa autossuficiência, não buscamos ajuda em nossos momentos de fragilidade.


Creio que Deus permite a exposição de alguns dentre nós, trazendo à tona todos os apetrechos escondidos no seu coração, para que o povo perca essa visão "divinizada" da liderança, e nós, que somos tidos em tal condição, possamos humildemente dizer como João Batista: "É necessário que ele cresça e que eu diminua", ou como Paulo: "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" Ao contemplarmos tais situações, por outro lado, nossa atitude deveria ser a de vestir-nos de sacos e assentar sobre as cinzas para chorar os nossos pecados pessoais e coletivos, orar pela restauração de quem está sendo tratado pelo Senhor e, com inteireza de coração, nos expormos aos braços amoráveis do Pai para deixar de ser sustentados pelas nossas próprias pernas.


Líderes são necessários na igreja desde os primeiros dias do Cristianismo. Atos dos Apóstolos descreve a sua existência. As epístolas tratam de forma clara o assunto. Mas não formam casta especial. Privilegiada. Com alguns galões que possam distingui-los dos demais crentes em sua relação com Deus. Não são pequenos deuses para ser glorificados pelos homens. São modelos, inclusive na fraqueza, para que possam pelo exemplo mostrar aos que lideram, no mesmo nível, que só pela graça - unicamente e apenas pela graça - sem qualquer outro privilégio, podem superar as falhas e buscar a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. E aí todos saberão que ninguém é melhor do que ninguém ou ocupa lugar especial à direita ou a esquerda do trono de Deus.


Somos humanos, fracos, faliveis, necessitados, dependentes, incapazes em nós mesmos, para os quais o Senhor, que enfrentou todas as nossas fraquezas em sua humanidade, pode dizer: "A minha graça te basta".


Fonte: Geremias do Couto

Ministério Beréia

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Leia a Bíblia...

É certo que o benefício da leitura da Bíblia precisa chegar à alma através do entendimento. Deve haver conhecimento de Deus antes de poder haver amor a Deus; deve haver conhecimento das coisas divinas, conforme são reveladas, antes de podermos desfrutar delas.
Devemos procurar descobrir, dentro das limitações das nossas mentes finitas, o que Deus pretende ao dizer isso, e o que Ele pretende ao dizer aquilo; de outro modo, podemos chegar a beijar o Livro, sem termos amor ao conteúdo; e a reverenciar a letra, sem termos a verdadeira devoção ao Senhor que nos fala através dessas palavras.
Você nunca obterá consolo para a alma através daquilo que não entende, nem achará orientação para sua vida naquilo que você não compreende; nenhuma lição prática para o seu caráter pode advir daquilo que não é entendido por você.

C. H. Spurgeon

Bases do Cristianismo Verdadeiro...

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Creio que muitos cristãos concordam comigo que a igreja evangélica brasileira passa por um tempo difícil, um tempo de crise, seja ela de identidade ou mesmo teológica. Não quero e nem vou me aprofundar neste estudo sobre o que são os devaneios de “nossa” liderança gospel, que tem gerado inúmeras feridas no corpo. Esta crise é fruto do descaso que muitos líderes e crentes tem dado ao que chamo de Tripé Básico do Cristianismo, que consiste em:
1) Crer – a fé em Deus, nossa crença no único Deus;

2) Ensinar – ensinar acerca de Deus; levar o conhecimento da Palavra de Deus e do Deus da Palavra;

3) Defender – fazer a séria apologética cristã, defendendo os princípios elementares desta fé.

Creio piamente que devemos nos atentar a este tripé. Creio que ele pode produzir maturidade na vida das pessoas. Não se trata de uma fórmula mágica importada de Bogotá, Toronto ou Pensacola. Não se trata de a mais nova revelação neopentecostal. É apenas a aplicação simples de princípios que a Bíblia Sagrada – e de modo especial o Novo Testamento – nos mostram. Nós do NAPEC – Núcleo Apologético de Pesquisas e Ensino Cristão, somos um ministério paraeclesiástico que busca alertar a igreja sobre a importância do ensino bíblico genuíno e sobre a defesa da fé cristã. Não nos conformamos em ver o Evangelho sendo diluído em falsos ensinos e correntes nefastas. Por isso lançamos este alerta.

Crer

Quão fantástico e glorioso é quando uma pessoa abandona uma vida de escravidão ao pecado, uma vida distante de Deus e se encontra, de modo verdadeiro com Jesus Cristo, entregando sua vida a Ele e tendo-O como seu único Senhor e Salvador! Pude presenciar inúmeros encontros assim e ver, à medida que o tempo passou, a transformação que a genuína conversão produz. Esta profunda mudança é o “nascer de novo” (Jo 3.3). Jesus ilustrou a magnitude do momento do arrependimento através da Parábola da Dracma Perdida. No arremate desta parábola, Ele diz que “há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15.10). Há júbilo, há festa, há imensa alegria nos céus quando uma pessoa passa a crer em Deus.

“A Fé É Um Dom Divino Sobrenatural. O pecado e Satanás cegaram de tal maneira os homens caídos (Ef 4.18; 2Co 4.4) que estes não podem perceber que o testemunho que o Senhor Jesus e os apóstolos deram é a Palavra de Deus, nem podem ‘ver’ e compreender as realidades das quais ela fala (Jo 3.3; 1Co 2.14), nem ‘chegar’ até Cristo numa confiança de auto-renúncia (Jo 6.44,65), se o Espírito Santo não os iluminar (cf. 2Co 4.6).” [1]

Somente aqueles que foram iluminados pelo Espírito Santo e nasceram de novo podem receber este ‘ensino’, ‘atração’ e ‘unção’ divinos e chegar até Cristo e nEle confiar (Jo 6.44-45; 1Jo 2.20,27). Deus, portanto, é o autor de toda fé salvífica (Ef 2.8; Fp 1.29).

A parte triste é que muitos não querem fazer a sua parte. Poucos são aqueles que estão verdadeiramente dispostos a experimentar a maravilha de entender aquilo que crêem. Tais crentes se tornam ovelhas desnutridas, sujeitas aos ventos de doutrina (Ef 4.14). Relacionar os motivos de tamanho desleixo não é tarefa difícil. Posso citar ao menos três deles:

1. Lideranças despreocupadas: quando não existe, da parte do pastor o devido zelo pela sã doutrina, o rebanho será desnutrido, fraco e imaturo;

2. Experiências Pessoais: pessoas que levam suas experiências pessoais e “revelações” acima das Escrituras, criando verdadeiras anomalias espirituais e por muitas vezes doutrinas heréticas embasadas em tais experiências e sem o mínimo respaldo bíblico;

3. Preguiça: Crentes preguiçosos que preferem passar a vida comendo mingau não desejando alimento sólido. Muitos destes acabam se decepcionando por não se aprofundar em Deus e ao se decepcionar lançam a responsabilidade sobre terceiros.

Nenhum de nós chegou ao conhecimento de Deus e à salvação em Cristo através de mérito próprio. Nossa natureza é caída, rebelde e carnal. Nossos impulsos nos levam para longe de Deus. A salvação é um presente de Deus para nós – feito que provém de Deus unicamente (Ef 2.8). O “crer” leva o homem a ter que se posicionar de modo formal diante de Deus, respondendo o chamado que o Senhor faz. Trabalhei certa vez sobre este tema com uma turma de Escola Bíblica, demonstrando a salvação chegando ao carcereiro de Filipos (At 16.27-34). Esta passagem resume de modo maravilhoso a obra de redenção que leva o ser humano ao caminho da profunda fé salvífica (crer) no Senhor Jesus. Tal carcereiro clamou por salvação (At 16.30); ouviu a palavra e ensino de Paulo e Silas (At 16.31-32); agiu mostrando a mudança imediata que Deus operou ali (At 16.33); alegrou-se com sua família e com a comunhão com seus irmãos em Cristo (At. 16-34).

Enfim, crer é o estopim que produz profundas mudanças na vida daquele que foi redimido por Deus. Mas o crente não pode se contentar e se conformar em ficar no raso, ele deve ter a ciência que é indispensável estabelecer bases sólidas acerca do ensino (sobre a fé) e a defesa (apologia da fé). E como a igreja tem negligenciado os mandamentos do Senhor relacionados a estas importantes pernas deste tripé!

Este texto é apenas a introdução ao tema. Na próxima semana trataremos do tema “Ensino”. Mas para que você possa ir refletindo desde já, lanço algumas perguntas:

1) Como anda sua fé? Você tem dado o espaço para que o Espírito Santo encha sua vida da plena convicção?

2) A igreja que você freqüenta – sua congregação – tem dado o devido apoio ao ensino? Existe uma escola bíblica (realmente bíblica)? Você a freqüenta?

Toda honra e glória ao Senhor!

Notas

[1] PACKER, James I. in ELWELL, Walter A. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Vol II. Edições Vida Nova. São Paulo, SP: 1990. p.154




João Rodrigo Weronka - NAPEC